sábado, 18 julho 2026

Acrescentou, que no âmbito da campanha agrícola fitossanitária, o Governo, “que se prepara há seis meses”, reforçou verbas para enfrentar todas essas situações.

José Teixeira informou ainda que essa campanha, que iniciou nos meios rurais, já chegou aos centros urbanos com intervenções no Aeroporto Internacional Nelson Mandela, na Presidência da República e no Palácio da Assembleia Nacional.

“Agora estamos na cidade para ver jardins e também acalmar os ânimos das pessoas urbanas porque não estão habituadas com gafanhotos, que não fazem nada a ninguém e só comem graminhas e plantas”, avisou.

No entanto, garantiu que está se a trabalhar para que haja a diminuição dos gafanhotos, acautelando que esse controlo é aliado ao combate que se faz nos termos da estratégica do Ministério da Agricultura quanto ao ciclo de nascimento desse insecto.

“Os gafanhotos não nasceram todos ao mesmo tempo, vamos ter diminuições, mas o controlo é aliado à estratégica de combate que o ministério tem traçado há muito tempo”, explicou o responsável da Direcção Geral da Agricultura, Silvicultura e Pecuária (DGASP).

Em relação à situação agrícola José Teixeira disse que neste momento estão a proteger as zonas onde há possibilidade de haver um bom ano agrícola, designadamente nas zonas mais altas.

De acordo com José Teixeira, as zonas mais afectadas com a praga de gafanhotos estão nos municípios da Praia, Ribeira Grande Santiago, São Domingos, Santa Cruz e Tarrafal.

A praga afecta também as ilhas do Fogo, São Vicente e São Nicolau. A Semana com Inforpress

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Comentários

Soares
7 dias atrás

Pobresa , palavra que precisa sair nosso dicionário.

Miranda
11 dias atrás

Boa sorte

Terra
1 dias atrás

Mesmo verdade roupa sujo tem que ser lavado dentro da casa para os que não sabe o que fala,

Pub-Reportagem

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