Aquele responsável avançou ainda que se conseguiu envolver mais grupos comunitários na patrulha, acrescentando que também houve mais participação de estudantes da Universidade de Cabo Verde (Uni-CV), num total de 12, entre eles quatro que estiveram a fazer o estágio curricular, e participação de mais voluntários internacionais.
Leno dos Passos afiançou também que a população de um modo geral participou na campanha, com denúncias de alguns casos de apanha, o que permitiu resgatar as tartarugas apanhadas, e, no mesmo sentido, os pescadores também “participaram activamente” na campanha, informando de alguns casos de tartarugas que se encontravam feridas no alto mar.
“Registamos apanha sim, mas este ano não denotamos a presença dos apanhadores nas praias, pelo que muitos casos aconteceram antes de colocarmos os guardas no terreno e em outros casos isso registou-se em praias que antes não colocávamos os guardas, mas este ano registamos muitas saídas, por isso passamos a colocar os guardas naquelas praias” frisou.
Para aquele responsável, esta atitude da população maiense em denunciar casos de apanha das tartarugas marinhas reflecte o modo como as pessoas estão sensibilizadas, fruto de várias campanhas de sensibilização que a fundação vem realizando nos últimos anos.
Concordou também que a nova lei está a contribuir para esta atitude, de todo modo admitiu que Governo deve também apoiar as ONG na fiscalização.
A campanha deste ano envolveu cerca de 100 pessoas e contou com o apoio de várias instituições locais, bem como da Fundação Mava e de Serviço da Vida Selvagem e da Pesca do governo dos Estados Unidos da América, conclui a fonte deste jornal.
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