quarta-feira, 22 julho 2026

Cabo Verde: Cirurgias programadas suspensas por falta de anestésicos

O Ministro da Saúde afirmou que tanto o Hospital Universitário Agostinho Neto como a Empresa Nacional de Produtos Farmacêuticos dispõem de um stock de reserva para assegurar a realização de cirurgias urgentes. Jorge Figueiredo referiu que o atraso na chegada do navio que transporta os anestésicos foi provocado pelo impacto das recentes tempestades em Portugal, obrigando o maior hospital de Cabo Verde a suspender as cirurgias programadas.

“Os portos de Portugal estão encerrados até este momento. Se abrirem hoje, poderemos ter o produto em cinco ou seis dias. O produto está todo embalado e encontra-se no navio. O problema é que este tipo de produto, pela sua perigosidade são gases, não pode ser transportado por avião", explicou. 

O Ministro da Saúde justificou a suspensão das cirurgias programadas com a necessidade de gerir uma situação que classificou como crítica, causada pelo atraso no fornecimento de anestésicos.

"Para enfrentar esta situação, digamos, crítica, decidimos suspender as cirurgias programadas por um período, garantindo assim que não haja falta de anestesia e que possamos dar seguimento ao processo. As alterações climáticas têm afectado o mundo de uma forma geral e temos de gerir com cautela todas estas situações”, avançou.

 
Até à chegada do navio a Cabo Verde, o Hospital Universitário Agostinho Neto está a gerir de forma rigorosa os gases anestésicos disponíveis, de modo a garantir a realização das cirurgias urgentes e inadiáveis, segundo o Ministro da Saúde. As intervenções não urgentes serão reprogramadas com base em avaliações clínicas e critérios médicos.
 
A Semana com RFI 
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Comentários

Soares
11 dias atrás

Pobresa , palavra que precisa sair nosso dicionário.

Miranda
15 dias atrás

Boa sorte

Terra
5 dias atrás

Mesmo verdade roupa sujo tem que ser lavado dentro da casa para os que não sabe o que fala,

Pub-Reportagem

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