domingo, 26 julho 2026

E Economia

Fátima Fialho no 8º Fórum AGOA

A ministra da Economia, Crescimento e Competitividade, Fátima Fialho, parte amanhã rumo a Nairobi, Quénia, para participar nos trabalhos do 8º Fórum AGOA, que conta com a presença de Hilary Clinton. 


A delegação cabo-verdiana - que de 2 a 6 de Agosto vai procurar no Quénia, as razões que levam Cabo Verde a não tirar melhor proveito deste acordo preferencial de Comercio com os EUA - integra ainda Alcidia Alfama, Directora-Geral do Comércio, Carlos Manuel Rocha, Administrador da Cabo Verde Investimentos, e Emanuel Duarte, Conselheiro da Embaixada de Cabo Verde em Washington.

O 8º Fórum de Cooperação Comercial e Económica EUA/África Subsaariana visa encorajar países como Cabo Verde a tirarem melhor proveito do tratamento preferencial de que gozam nas suas importações para os Estados Unidos da América, no quadro do AGOA.

Assim, o nosso país terá também de fazer o seu exercício no Quénia, para examinar em profundidade os porquês do não aproveitamento das oportunidades que o programa oferece para a inserção dinâmica da nossa economia no mercado global. Mormente agora que Cabo Verde faz parte da Organização Mundial do Comercio.

O Fórum do Quénia também é um repto. Daí, os representantes dos países africanos elegíveis - Governo, institutos públicos, sector privado e sociedade civil- terem que encontrar portas de saída para tornar o AGOA num efectivo instrumento de promoção das trocas comerciais e do investimento entre os Estados Unidos e o continente negro. A América está a mostrar com a presença de Hilary Clinton que quer continuar. Agora, a nós resta mostrar que não só queremos como também podemos.

Antes do Fórum há a Reunião Ministerial do Grupo Consultivo Africano sobre o AGOA. A acontecer no dia 4 de Agosto, este conclave de ministros prevê reuniões paralelas com o Sector Privado e Sociedade Civil. Isso, apesar de Cabo Verde não incluir nenhum elemento desses sectores na sua delegação.

Recorda-se que através do “Sistema Generalizado de Preferências” previsto no programa AGOA – Lei de Crescimento e Oportunidade para a África, cerca de 6400 produtos oriundos dos países da África Subsaariana beneficiam do acesso, livre de direitos e de quotas, ao mercado americano. É nesse quadro que aconteceram as primeiras exportações cabo-verdianas, em Dezembro de 2002.

Ocultar formulário

5000 caracteres restantes


Colunistas

José Rodrigues
José Rodrigues
26 Jul. 2026
O Desafio do Bizgital e a Reengenharia...
A era da Revolução Tecnológica não é apenas uma...
Léo Rosa de Andrade
Léo Rosa de Andrade
21 Jul. 2026
SOBRE ESTAR SÓ
Sei que há muito palpite sobre a solidão. Altemar...
José João Neves Barbosa Vicente
José João Neves Barbosa Vicente
21 Jul. 2026
 “TUBARÕES AZUIS”: A REPRESENTAÇÃO DE UM POVO
A atuação dos “Tubarões Azuis” contribui para inspirar crianças,...
Alexandre Vieira Fontes
Alexandre Vieira Fontes
21 Jul. 2026
Justiça social, racionalidade orçamental e o papel...
A vitória eleitoral de Francisco Carvalho e da plataforma...
Péricles Tavares
Péricles Tavares
12 Jun. 2026
Carta Aberta ao novo Primeiro-Ministro:Responsabilidade de unir...
Estamos convictos de que, sob a sua liderança, Cabo...

Comentários

Soares
15 dias atrás

Pobresa , palavra que precisa sair nosso dicionário.

Miranda
19 dias atrás

Boa sorte

Terra
9 dias atrás

Mesmo verdade roupa sujo tem que ser lavado dentro da casa para os que não sabe o que fala,

Pub-Reportagem

publireport