O sucesso da seleção nacional de futebol no mundial de 2026 gerou um aumento de 5000% nas pesquisas turísticas por Cabo Verde. Perante este cenário, os guias de turismo exigem do governo investimentos urgentes em infraestruturas e transportes inter-ilhas para evitar o colapso do setor, que representa mais de 25% do PIB.
O fluxo histórico de visitantes, impulsionado pela promoção de operadores como a Expedia e a TAP, expôs fragilidades básicas no arquipélago. Os profissionais alertam que a falta de saneamento, a escassez de casas de banho publicas, os cães de rua e a ineficiência dos transportes aéreos e marítimos ameaçam a qualidade do destino e afastam operadores internacionais.
Para reduzir o impacto, a classe propõe a regulação da profissão, a melhoria das condições dos aeroportos para operar na bruma seca e a manutenção de trilhos.O objetivo e descentralizar o turismo, canalizando visitantes para ilhas de menor procura como São Nicolau, maio, Brava e Fogo para combater as desigualdades regionais e distribuir os ganhos económicos por todo o país.

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