Técnicos e pessoal de suporte da ASA decidiram paralisar as atividades entre 31 de março e 3 de abril, após o fracasso nas negociações salariais com a administração.
O pré-aviso de greve já foi entregue às autoridades competentes. Contudo, ainda resta uma janela de negociação: está agendada uma reunião de mediação com a Direção do Trabalho para a próxima sexta-feira, 27 de março, às 09h30. Os trabalhadores afirmam estar abertos ao diálogo, desde que as soluções resolvam o conflito de classes na empresa .
Os trabalhadores da ASA (Aeroportos e Segurança Aérea), incluindo técnicos de comunicação (TICA), profissionais de telecomunicações (TTA) e pessoal de gestão, confirmaram um novo período de greve de 72 horas. A paralisação terá início às 07h30 do dia 31 de março e prolonga-se até à mesma hora do dia 3 de abril .
Em nota remetida ao Asemanaonline, o sindicativo representativo da classe (SINCTAP) revela que a decisão surge após o balanço da greve anterior (16 a 18 de março) e de uma reunião inconclusiva no passado dia 23. Os sindicatos da área rejeitaram a proposta da empresa, alegando que esta aprofunda as desigualdades internas. Em resposta, os trabalhadores sugeriram um modelo de enquadramento baseado no tempo de serviço para garantir maior equidade, proposta que não foi aceite pela administração.
O conflito centra-se em três pontos principais:
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Justiça Salarial: Reenquadramento de tabelas para maior igualdade entre classes.
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Subsídio de Tecnicidade: Atribuição do benefício aos profissionais TTA.
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Subsídio de Qualificação: Atribuição do benefício aos técnicos TICA.
O pré-aviso de greve já foi entregue às autoridades competentes. Contudo, ainda resta uma janela de negociação: está agendada uma reunião de mediação com a Direção do Trabalho para a próxima sexta-feira, 27 de março, às 09h30. Os trabalhadores afirmam estar abertos ao diálogo, desde que as soluções resolvam o conflito de classes na empresa .







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