Os trabalhadores da Aeroportos e Segurança Aérea (ASA) poderão entrar em greve no dia 16 de março, por um período de 72 horas, caso não haja avanço nas negociações com a administração da empresa.
Entre as principais reivindicações estão o reenquadramento imediato na carreira, a atribuição do subsídio de tecnicidade aos profissionais de Telecomunicações Aeronáuticas e o subsídio de qualificação (AIS) aos Técnicos de Informação e Comunicação Aeronáutica.
O pré-aviso foi decidido por unanimidade pelos Técnicos de Informação e Comunicação Aeronáutica, Profissionais de Telecomunicações Aeronáuticas e Trabalhadores das áreas de suporte à gestão, durante uma assembleia-geral realizada a 27 de fevereiro, convocada pelo Sindicato dos Transportes, Comunicações e Administração Pública (SINTCAP) .
Segundo o sindicato, a decisão surge após duas tentativas falhadas de negociação, realizadas nos dias 16 e 17 de fevereiro, sobre um caderno reivindicativo apresentado no início de janeiro.
Entre as principais reivindicações estão o reenquadramento imediato na carreira, a atribuição do subsídio de tecnicidade aos profissionais de Telecomunicações Aeronáuticas e o subsídio de qualificação (AIS) aos Técnicos de Informação e Comunicação Aeronáutica.
Os trabalhadores alertam ainda que o Sistema Integrado de Gestão de Recursos Humanos (SIGRH), em vigor desde 2008, está desatualizado e permite apenas progressões horizontais na carreira, com impacto financeiro reduzido.
Apesar do pré-aviso de greve, o sindicato afirma que continua aberto ao diálogo. Uma reunião de mediação entre a ASA e o SINTCAP está marcada para o dia 11 de março, às 9h30, na Direção Regional do Trabalho, na ilha do Sal, onde poderão surgir novos desenvolvimentos nas negociações.







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