segunda-feira, 15 junho 2026

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Caso de Buscas na CM da Praia: Onda de solidariedade para com Francisco Carvalho

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O  caso das buscas, que o Minsitério Público realizaou esta sexta-feira  na Câmara  Municipal da Praia, está  a provocar uma onda de solidariedade para com o  Francisco Carvalho, presidente da autarquia e lider do PAICV (Opisição).Mesmo assim, há  quem achame a atenção, à  semlhança do caso Quebra Santos,  para que os protoginistas desta operaçaão « não plantem alguma coisa comprometedora nas instalações da Câmara Municipal da Praia, para apresentarem como prova material de crime praticado pelo Edil Francisco Carvalho».

 

Diante das fequentes pressões à CM da Praia, o diplomata Joaquim Lopes Maia Júnior   considera, por seu turno, que «devemos passar a chamar o Francisco Carvalho de heróico  Capitão Ambrósio», que lutou com a sua bandeira negra contra a fome no Mindelo, no tempo  colonial. Maia defende, na sua página de Facebok que todos devem, se vier a ser necessário,  sair à rua  da Capital junto de Francisco Carvalho e protestar.

 

A fazer fé  nas várias  manifestações  através  das redes sociais,  a alegada  estratégia do sistema MpD  contra o Edil Francisco de Carvalho pode estar a cair por terra: Francisco Carvalho se transforma num liíder politico de nivel forte, contando com o apoio e a solidariedade de grande parte dos cabo-verdianos residentes e na diáspora.

Para o comentador e ativista social Manuel  Rosa, a estratégia anunciada do «custe que custar» só faculta mais e maiores simpatias e apoio do eleitorado ao presidente do PAICV e presidente da Câmara Municipal  da Praia.«As próximas eleições confirmarão, como aconteceu há um ano nas autárquicas, que a aceitação de Francisco Carvalho é marcadamente crescente junto dos cidadãos», escreveu na sua página de Facebook.

Mesmo assim, o ex-sindicalista e deputado da nação Anterno Coelho, chama a atenção na sua página de Facebook, tendo em conta outros casos do passado, para o seguinte: « Estou em crer que desta feita não vai haver QUEBRA DE SANTOS. A estratégia será outra. Portanto, em mais este acto persecutório de Francisco Carvalho é preciso ter cuidado, porque é possível que plantem alguma coisa comprometedora nas instalações da Câmara Municipal da Praia, para apresentarem como prova material de crime praticado pelo Francisco.  É preciso prevenir-se e nunca deixar ser levado pela ingenuidade. Lembrem-se: quem fez fará».

Já o cidadão Alcindo Montrond Lopes escreve que na sexta-feira,12, Cabo Verde sofreu um golpe de estado vergonhoso manipulado pelo MpD a fim de tomar a Câmara Municipal da Praia «custe que custar»,   coadjuvado pelo Ministério Público  alegadamente ao servido do governo do MpD. «A justiça em Cabo Verde é tão lastimável até ponto de ser parcial, conforme encomenda de pseudos políticos», defende na sua página da rede social Facebook.

 

Diante das fequentes pressões à CM da Praia, o diplomata Joaquim Lopes Maia Júnior   considera, por seu turno, que «devemos passar a chamar Francisco Carvalho de heróico  Capitão Ambrósio», que lutou com a sua bandeira negra contra a fome no Mindelo, no tempo  colonial. Maia defende que todos devem, se vier a ser necessário,  sair à rua  da Capital junto de Francisco Carvalho e protestar.

 

 

 Custe que custar e sondagem

 

Em comunicado, Francisco Carvalho informou, no entanto,  que, na sexta-feira,12,  em mais um ato que considerou arbitrário, a Procuradoria-Geral da República, acompanhada pela polícia armada, entrou nas instalações da sede do município. «Infelizmente, uma vez mais, assistimos à utilização dos órgãos institucionais por motivações políticas, tal como aconteceu no passado, sem que isso tenha conseguido travar o nosso trabalho em prol da população. A lógica do ‘custe o que custar’ desconsidera os prejuízos causados aos cidadãos, desde que sirva para atingir determinados objetivos. Ainda assim, seguimos firmes, na defesa do que é justo, correto e do interesse público», desafiou.

 

Janira Hopfer Almada, deputada e ex-líder do PAICV, analisa, na sua página de Facebook, que o previsto e anunciado aconteceu, alertando que depois das Buscas à Câmara Municipal da Praia, agora se  quer  também  lhe atingir  e condicionar. «Peço a ‘quem de Direito’ - e que decide o que investigar, como o fazer e ordena as BUSCAS - que investigue todos os Negócios, as Transacções e as Vendas feitas pela Câmara Municipal da Praia, nos últimos 17 anos, e particularmente desde 2008, quando o actual Primeiro-Ministro era Presidente da Câmara! E espero que, sobretudo, faça Buscas e ordene Apreensões, com a mesma rapidez e ‘músculos’. A Transparência assim obriga!A Justiça assim exige!». Conclui, dizendo esperar que esta operação do MP «nada tem a ver com nenhuma SONDAGEM FEITA, muito recentemente, e que prevê uma estrondosa derrota da actual Maioria, nas próximas eleições».

(Ver este jornal com reacções do PAICV e MpD sobre  este caso de   buscas na CMP)

  

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