segunda-feira, 15 junho 2026

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Cabo Verde vai realizar o primeiro transplante renal no primeiro trimestre de 2026 - directora Nacional de Saúde

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A directora Nacional da Saúde, Ângela Gomes, anunciou hoje que Cabo Verde vai realizar os primeiros transplantes renais no primeiro trimestre de 2026.

 

“Neste momento já temos todos os protocolos criados com as entidades portuguesas, que é o nosso parceiro da implementação, temos as competências técnicas e físicas instaladas e acreditamos, sim, que dentro do primeiro trimestre de 2026 estaremos a realizar o primeiro transplante renal em Cabo Verde”, precisou.

 

O transplante renal é um exercício que nós já estamos há algum período a normalizar, a organizar todo o sistema em nível de equipamentos e do ponto de vista legal por se tratar de um processo bastante delicado do ponto de vista ético e legal”, precisou a responsável citada pela Inforpress.

Segundo Ângela Gomes, para dar os primeiros passos o país tinha de criar e adequar todas as ferramentas necessárias para depois avançar com qualidade e segurança, visando garantir que o processo tenha sustentabilidade.

“Neste momento já temos todos os protocolos criados com as entidades portuguesas, que é o nosso parceiro da implementação, temos as competências técnicas e físicas instaladas e acreditamos, sim, que dentro do primeiro trimestre de 2026 estaremos a realizar o primeiro transplante renal em Cabo Verde”, precisou.

Igualmente, notou, já estão criadas as condições físicas e também os meandros em protocolos e competências técnicas para a realização desse “grande desiderato” que é o primeiro transplante.

Conforme lembra a mesma fonte, a proposta de lei para a regulamentação de transplantes de órgãos em Cabo Verde foi aprovada na Assembleia Nacional, a 08 de Dezembro de 2023 por uma unanimidade, representando “um marco histórico para a saúde no país”, ainda segundo a mesma fonte.

A legislação estabelece o regime jurídico relacionado à qualidade e segurança na doação e colheita de órgãos, tecidos e células de origem humana, destinados a diagnóstico, terapia ou transplante, bem como às próprias intervenções de transplante.

O processo de transplante renal contou com “um grande apoio de Portugal”, reiterou Ângela Gomes, que ajudou na formação e instalação de materiais necessários para que o país pudesse solucionar o problema a nível da doença renal, conclui a fonte deste jornal.

 

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