Segundo a rádio Capital PM que cita umcomunicado da família tornada pública esta segunda-feira, 1 de dezembro, “Domingos Simoes Pereira (DSP) foi detido por elementos da junta militar em uma operação marcada por forte aparato militar e disparos de armas de fogo”.
“Nas últimas 24 horas, a situação de DSP agravou-se substancialmente, após a substituição dos guardas prisionais, o que resultou na total privação de acesso à alimentação, com consequências sérias e imediatas para a sua saúde física e mental”, denunciou.
“Ele foi levado para a 2ª esquadra, sem qualquer ordem de prisão emitida por um juiz ou justificação legal”, lê -se no documento.
Desde então, segundo o comunicado, DSP “encontra-se privado de liberdade, impedido de receber visitas familiares e de consultar um advogado”. A família denuncia que ele está “encarcerado em condições desumanas, que atentam contra a sua integridade física, intelectual e moral”.
“Nas últimas 24 horas, a situação de DSP agravou-se substancialmente, após a substituição dos guardas prisionais, o que resultou na total privação de acesso à alimentação, com consequências sérias e imediatas para a sua saúde física e mental”, denunciou.
Conforma a mesma fonte, a família considera que a detenção de DSP é “uma clara violação dos direitos humanos» .
A família do líder do PAIGC, Domingos Simões Pereira (DSP), detido desde 26 de novembro, denuncia “as condições desumanas” em que ele se encontra e exige a sua “libertação imediata e incondicional", bem como a de todos os demais cidadãos detidos.







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