segunda-feira, 15 junho 2026

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Zelensky alerta que Rússia prepara-se para "grande guerra" na Europa

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O presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, alertou que a Rússia pode estar a prepara-se para uma "grande guerra" na Europa, "em 2029 ou 2030", no continente europeu e defendeu a necessidade de haver uma "forte pressão" sobre o país liderado por Vladimir Putin.

 

"Acreditamos que, se exercermos uma forte pressão, os russos precisarão de uma pausa. Mas temos de reconhecer que eles querem uma grande guerra e preparar-se para estarem prontos em 2029 ou 2030 – neste período – para iniciar uma guerra desta dimensão. No continente europeu. Encaramos isso como um grande desafio", escreveu.

 

presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, afirmou esta quinta-feira que não há sinais de que a Rússia "queira parar" a invasão e alertou que o país poderá estar a preparar-se para uma "grande guerra" em "2029 ou 2030".

 
 

"Precisamos de pressionar mais a Rússia. De acordo com a situação no campo de batalha, não vemos que a Rússia queira parar. O problema é que, observando a indústria militar russa, vemos que estão a aumentar a sua produção. E a nossa avaliação é que querem continuar esta guerra", começou por considerar o presidente da Ucrânia numa publicação na rede social X.

Zelensky defendeu que, se existir uma "forte pressão", a Rússia "precisará de uma pausa". No entanto, defendeu a necessidade de "reconhecer" que o país liderado por Vladimir Putin "quer uma grande guerra", que poderá acontecer em "2029 ou 2030".

"Acreditamos que, se exercermos uma forte pressão, os russos precisarão de uma pausa. Mas temos de reconhecer que eles querem uma grande guerra e preparar-se para estarem prontos em 2029 ou 2030 – neste período – para iniciar uma guerra desta dimensão. No continente europeu. Encaramos isso como um grande desafio", escreveu.

Neste sentido, Zelensky afirmou, ainda, que é necessário "pensar" em como deter a Rússia na Ucrânia e "fazer tudo para diminuir as suas capacidades". 

O alerta de Zelenky surge um dia após o Canadá ter aplicado novas sanções contra Moscovo, visando sobretudo o setor energético russo. As sanções canadianas têm como alvo 13 indivíduos e 11 entidades, várias das quais envolvidas no desenvolvimento e execução do programa de drones da Rússia, segundo um comunicado de Otava.

"Foram também sancionadas diversas entidades russas especializadas em gás natural liquefeito, dado que a Rússia continua a depender das receitas energéticas para financiar a sua guerra de agressão contra a Ucrânia", acrescentou o comunicado.

As sanções visam ainda 100 navios da chamada "frota fantasma" usada pela Rússia para contornar as penalizações já existentes.

Os Estados Unidos, a União Europeia e o Reino Unido já tinham aplicado sanções semelhantes.

Nas últimas semanas, a Ucrânia tem enfrentado a intensificação dos ataques russos contra as suas infraestruturas energéticas e o assalto das forças russas à cidade estratégica de Pokrovsk, no leste do país, à medida que o inverno se aproxima e as negociações para o fim da guerra estão paradas.

A Semana com NM

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