O Banco Africano de Desenvolvimento aprovou uma subvenção de seis milhões de dólares para apoiar a Capacidade Africana de Risco (ARC) no reforço da preparação para catástrofes e financiamento do risco neste e no próximo ano.
O objetivo é ajudar os governos africanos a passar de uma resposta reativa a desastres para uma preparação proativa e, acrescenta-se no comunicado, “fortalecerá a capacitação técnica e operacional das instituições nacionais em gestão de riscos de desastres, incluindo avaliação de riscos baseada em evidência, sistemas de alerta precoce e formação para decisores políticos e especialistas técnicos”.
Um dos principais elementos do projeto será a melhoria da capacidade dos países planearem e alocarem recursos para emergências de formas mais eficiente e o desenvolvimento de “estruturas institucionais mais sólidas para coordenar respostas rápidas e eficazes a desastres naturais”.
A implementação, diz o BAD, abrangerá todos os Estados-membros da ARC, com foco nas regiões mais expostas a secas, inundações, ciclones tropicais e epidemias.
Entre os países africanos lusófonos, Angola e a Guiné Equatorial não fazem parte, enquanto Cabo Verde, Guiné-Bissau, Moçambique e São Tomé e Príncipe são membros, de acordo com o site da ARC.
A Semana com Observador/Lusa







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