O acidente ferroviário deste domingo em Córdova, na Espanha, causou pelo menos 39 mortos. Há também 122 feridos, incluindo 48 que continuam hospitalizados e 12 que estão nos cuidados intensivos. Este é o pior acidente ferroviário em Espanha desde 2013.
Segundo a RFI, o ministro espanhol dos Transportes, Óscar Puente, escreveu na rede social X, que "o balanço de vítimas ascende agora a 39 mortos e ainda não é definitivo", acrescentando que se encontrava a caminho de Córdova.
O acidente com os dois comboios de alta velocidade aconteceu ao final da tarde de domingo, perto de Adamuz, uma cidade na província de Córdova, a cerca de 360 quilómetros de Madrid. Um comboio da companhia Iryo, que tinha partido de Málaga com destino a Madrid com mais de 300 passageiros, descarrilou e passou para a via contígua, pela qual circulava outro comboio da companhia estatal Renfe com destino a Huelva, com cerca de 100 passageiros e que também descarrilou.
Numa conferência de imprensa ao início da madrugada desta segunda-feira, Óscar Puente disse que ainda não se conheciam as causas do acidente e que será necessário esperar pelo resultado de uma investigação, a cargo de uma comissão especializada e competente para estes casos. O governante falou do acidente como "tremendamente estranho", por ter acontecido "numa recta" renovada recentemente e pelo facto de o comboio que descarrilou primeiro ter apenas quatro anos.
Mais de 200 viagens entre Madrid e a região da Andaluzia, nomeadamente as cidades de Córdova, Sevilha e Granada, foram canceladas esta segunda-feira e o primeiro-ministro foi esta manhã para o local do acidente, conclui a fonte deste jornal.







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