No quadro das comemorações do 25 de abril, o Centro Cultural Português (CCP), na cidade da Praia, promove uma conferência alusiva ao tema “50 Anos da Constituição da República Portuguesa. Similitudes e Diferenças com a Constituição da República de Cabo Verde”, e um concerto do músico cabo-verdiano Luís Firmino. Os eventos tem entrada livre mediante reserva antecipada.
Em abril deste ano, celebra-se em Portugal os 50 anos da aprovação da Constituição de (2 de abril de 1976) e os 50 anos das primeiras eleições legislativas democráticas (25 de abril de 1976), “marcos fundamentais na consolidação do regime constitucional e na afirmação dos valores de participação cívica e da representação política em Portugal”, refere fonte deste jornal.
A ter lugar no dia 23 de abril, a conferência “50 Anos da Constituição da República Portuguesa. Similitudes e Diferenças com a Constituição da República de Cabo Verde” pretende revisitar o momento fundador da democracia portuguesa e, simultaneamente, estabelecer um diálogo comparativo com a experiência constitucional cabo-verdiana, num exercício que honra os laços históricos, jurídicos e culturais que unem os dois países, conforme refere o comunicado remetido ao Asemana online.
A sessão acontece às 17h30, no auditório do CCP, e contará com a participação do professor português, Pedro Bacelar de Vasconcelos e do Juiz Conselheiro cabo-verdiano Simão Alves Santos.
Já no dia 25 de abril, às 19h00, no mesmo espaço, tem lugar o concerto do músico cabo-verdiano Luís Firmino, que interpretará canções de intervenção do artista português Zeca Afonso, bem como temas originais.
“Um espetáculo com uma sonoridade e personalidade musical muito próprias, sempre em diálogo com outros estilos, entre ritmos tradicionais e linguagem mais contemporânea”, avançou a fonte deste jornal.
Em abril deste ano, celebra-se em Portugal os 50 anos da aprovação da Constituição de (2 de abril de 1976) e os 50 anos das primeiras eleições legislativas democráticas (25 de abril de 1976), “marcos fundamentais na consolidação do regime constitucional e na afirmação dos valores de participação cívica e da representação política em Portugal”, refere a mesma fonte.







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