A Polícia Judiciária (PJ) por meio de um comunicado, esclareceu as informações “falsas” que circulam nas redes sociais sobre o caso de homicídio ocorrido no mês de janeiro, em Ribeira Seca, no município de Santa Cruz. De acordo com o referido comunicado, a PJ disse que tomou conhecimento do caso na manhã do dia 11 de janeiro, após moradores terem localizado um corpo numa ribeira, tendo de imediato deslocado ao local, e confirmando assim, o óbito de um indivíduo do sexo masculino, e iniciado as diligências investigativas em torno do caso.
A PJ esclareceu que esta investigação, resultante da cooperação entre a Polícia Judiciária, a Polícia Nacional e o Ministério Público, permitiu identificar e deter os suspeitos, alegadamente envolvidos no referido caso. Os suspeitos se encontram agora em prisão preventiva.
“No decurso das diligências investigativas, em colaboração com a Polícia Nacional e o Ministério Público da Comarca de Santa Cruz, foi possível identificar o cadáver como sendo José Wilson da Costa Quebra, mais conhecido por “Já”, de 41 anos, natural da Freguesia de São Tiago Maior, Concelho de Santa Cruz, residente em São Cristóvão, Município de Santa Cruz”, contou a Polícia Judiciária.
A PJ informa que no mesmo dia foram realizadas deligências, onde foram identificados e detidos dois indivíduos do sexo masculino, por fortes indícios de serem os presumíveis autores do crime.
Trata-se de dois homens de nacionalidade cabo-verdiana, de 32 e 35 anos, sendo um natural da Freguesia de Nossa Senhora da Graça, Concelho da Praia, residente na localidade de Ribeira Seca (Poilão Fonseca), e o outro natural da Freguesia de Nossa Senhora da Luz, Concelho de São Vicente, residente em Ribeira Seca (Taberna), ambas localidades no Município de Santa Cruz.
Prisão Preventiva para os suspeitos
“Os detidos foram presentes às autoridades judiciárias competentes para o primeiro interrogatório judicial, tendo o Tribunal da Comarca de Santa Cruz decretado, no dia 13 de janeiro, para ambos, a medida de coação mais gravosa, prisão preventiva, devendo estes, aguardar os ulteriores trâmites processuais na Cadeia Civil de São Martinho”, informou a PJ.
A PJ esclareceu que esta investigação, resultante da cooperação entre a Polícia Judiciária, a Polícia Nacional e o Ministério Público, permitiu identificar e deter os suspeitos, alegadamente envolvidos no referido caso.
No comunicado remetido ao Asemanaonline, a PJ lamentou o ocorrido e informou que a investigação continua em curso, sob segredo de justiça, com o propósito de apurar todos os contornos do caso, e informou ainda que mais esclarecimentos serão prestados assim que possível, respeitando o sigilo exigido pela investigação.
Por fim, agradeceu a compreensão de todos, familiares e sociedade, e apelou para que não sejam divulgadas informações falsas nas redes sociais, de modo a não perturbar as investigações em curso.







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