O líder do Sindicato Nacional dos Professores(SINDEP), reeleito na VI Conferência Ordinária da organização, manifestou-se hoje indignado com a situação por que passa a classe docente cabo-verdiana, caracterizada pela continuada desconsideração e falta de respeito por parte do Governo, na pessoa do ministro da Educação e do próprio Primeiro-ministro. Por isso, Jorge Cardoso apelou «a todos os docentes a estarem unidos, coesos à volta do SINDEP para a jornada de luta, agendada para Abril – mês do Professor Cabo-Verdiano, caso a situação se mantiver».
O presidente do SINDEP denuncia ainda que os professores continuam sem avaliações, implicando a estagnação novamente na carreira. É que, segundo ele, com o novo PCFR deixou de haver evoluções na carreira, existindo apenas incrementos salariais sem um limite temporal.
Cardoso, que falava hoje em conferência de impresnsa em seu nome próprio e dos membros da Direção Nacional recentemente eleitos, elencou um conjunto de reivindicações pendentes enquadradas na implementação do contestado Plano de Cargos, Funções e Remunerações (PCFR), com foco nos seguintes casos:
-
Desde de Setembro de 2024 que mais de 1000 professores, que lecionaram na monodocência, aguardam pela publicação da lista adenda de subsidios pela não redução da carga horária, visto que alguns nomes não constaram da lista publicada a 20 de setembro do referido ano;
-
Muitos professores aposentados ficaram marginalizados do PCFR que entrou em vigor a 7 de marco de 2025 com efeito de incremento salarial com efeito a 1 de janeiro do mesmo ano, sabendo que o Governo tinha comprometido o contrário;
-
Ficou-se por corrigir as injustiças verificadas relativamente as promoções na publicação a 5 de setembro de 2025;
-
Não se publica as Listas de reduções das componentes letivas nos últimos 2 anos e pagamento dos subsídios pela não redução da carga horária aos que lecionam na monodocência;
-
Não se fez a Implementação do PCFR para as monitoras de infância de acordo com o PCFR aprovado pela Assembleia Nacional e promulugado Pela Sua Excelência Sr. Presidente da República com efeito remuneratório a 1 de janeiro de 2025;
-
Não se fez a Publicacâo das aposentações que OS PROFESSORES solicitaram desde setembro de 2025 e que encontra nas gavetas no ministério da Educacão, em que desconhecemos o engavetador ou engavetadora, E PERGUNTAMOS: será o próprio Sr. Ministro Dr. Amadeu Cruz?;
-
Não se fez a Publicação e´o pagamento das reclassificações de 2025, em que não se entende a demora, violando de forma grosseira o estipulado pela lei de ser de forma automática;
-
O pagamento das férias aos professores que trabalharam nos últimos anos com um contrato fora da lei, ou seja de prestação de serviço que só o Ministério da Educação, ou seja, este governo celebra contrato de forma abusiva e sistemática com esses professores, dando-lhes um horário completo e com subordinações. Ridículo mesmo, para o acréscimo, sem a cobertura por parte do INPS e que não contará para o tempo de serviço para efeito de aposentação no futuro. Violação e abuso duplo!;
Estagnação na carreira e nova jornada de luta
O presidente do SINDEP denuncia ainda que os professores continuam sem avaliações, implicando a estagnação novamente na carreira. É que, segundo ele, com o novo PCFR deixou de haver evoluções na carreira, existindo apenas incrementos salariais sem um limite temporal.
Se a situação persistir, Jorge Cardoso apela a todos os professores para a jornada de luta agendada para o próximo mês de Abril em todas as ilhas.«Apelamos a todos os docentes a estarem unidos, coesos à volta do SINDEP para a jornada de luta, agendada para Abril – mês do Professor Cabo-Verdiano, caso a situação se mantiver!». Tudo, conforme ele, pela defesa dos seus direitos, pela valorização e diginificação da classe docente nacional.







Terms & Conditions
Report
My comments