Os guineenses aguardam com expectativa a publicação do comunicado que irá retratar as conclusões da missão de dois Presidentes africanos à Bissau. Os Presidentes do Senegal, Bassirou Diomaye Faye, e Julius Maada Bio, da Serra Leoa, mantiveram, ontem,10 de janeiro, encontros de trabalho com a Junta Militar que tomou o poder na Guiné-Bissau.
Em resumo, Maada Bio diz que a missão dos dois chefes de Estado, em nome da CEDEAO, esteve em Bissau para reafirmar a determinação da organização sub-regional africana em ver cumpridas as deliberações da cimeira de 14 de Dezembro, realizada na Nigéria. Ou seja, pretendem que seja criado em Bissau um Governo inclusivo e que o período da transição seja encurtado para menos de 12 meses, conforme pretendem os militares, autores do golpe de Estado de 26 de Novembro.
Segundo a RFI, os dois chefes de Estado estiveram em Bissau durante cerca de seis horas. Durante esse tempo, estiveram reunidos com o Alto Comando Militar. A seguir, visitaram o principal líder da oposição guineense, Domingos Simões Pereira, detido na Segunda Esquadra de Bissau, desde o dia 26 de novembro passado.
Depois disso, os dois chefes de Estado visitaram Fernando Dias da Costa, candidato que se considera vencedor das eleições presidenciais de 23 de Novembro. Desde essa altura, Fernando Dias da Costa tem estado refugiado na embaixada da Nigéria, em Bissau.
De todos estes encontros, não foi produzido nenhum comunicado e ninguém prestou declarações públicas, salvo um post na página Facebook do Presidente Juluis Maada Bio, da Serra Leoa e presidente em exercício da CEDEAO.
Em resumo, Maada Bio diz que a missão dos dois chefes de Estado, em nome da CEDEAO, esteve em Bissau para reafirmar a determinação da organização sub-regional africana em ver cumpridas as deliberações da cimeira de 14 de Dezembro, realizada na Nigéria. Ou seja, pretendem que seja criado em Bissau um Governo inclusivo e que o período da transição seja encurtado para menos de 12 meses, conforme pretendem os militares, autores do golpe de Estado de 26 de Novembro.
Há uma grande expectativa entre os guineenses para saber o que foi tratado concretamente nos encontros de ontem e quando será restituída a liberdade a Domingos Simões Pereira, detido há mais de 45 dias, refere a fonte deste jornal.







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