O mestre Paulino Veira dirige, em Portugal onde reside, uma mensagem sublime, em que destaca que «a vida é uma graça e temos que saber agradecê-la», a todos os cabo-verdianos e o mundo inteiro, nesta quadra festiva da passagem do fim do ano de 2025 e entrada para o novo ano.
Com vários discos gravados, é autor de grandes temas como «M´cria ser poeta» e «Um minute d´silence». A partir de Lisboa Paulino lançou vários artistas cabo-verdianos e estrangeiros. Teve o previlégio de orquestrar, em concertos e espectáculos, aristas nacionais de renome, com destaque para o Bana e a Cesária Évora já falecidos, que tiveram um papel cimeiro na divulgação da morna e outros ritimos nacionais a nível internacional.
«O mundo não tem fronteiras. A vida é uma graça e temos que saber agradecê-la», salientou o músico cabo-verdiano na sua breve mensagem, depois de ter participado, no dia 27, num convívio natalício promovido pelo PAICV-Portugal, com a presença de partidos amigos da Esquerda da CPLP no concelho de Amadora, junto do guitarirista Armando Tito e da contora Tchicau.
Natural de Praia Branca de Tarrafal de São Nicolau, onde nasceu a 31 de Agosto de 1956 e teve o seu primeiro lar, Paualino Vieira vem sendo referenciado como «uma lenda viva da música cabo-verdiaana». Além de multiinstrumentista, é músico, compositor, cantor e produtor músical.
Com vários discos gravados, é autor de grandes temas como «M´cria ser poeta» e «Um minute d´silence». A partir de Lisboa Paulino lançou vários artistas cabo-verdianos e estrangeiros. Teve o previlégio de orquestrar, em concertos e espectáculos, aristas nacionais de renome, com destaque para o Bana e a Cesária Évora já falecidos, que tiveram um papel cimeiro na divulgação da morna e outros ritimos nacionais a nível internacional.







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