Seis opositores políticos detidos desde o golpe de Estado há um mês na Guiné-Bissau foram libertados na noite de terça-feira, anunciou a junta militar que tomou o poder. Libertações constituem "sinal de boa-fé", sublinha alto comando militar, coforme cita a Lusa.
Neste momento, Simões Pereira continua detido juntamente com outras figuras da oposição, e candidato da oposição, Fernando Dias, continua refugiado na embaixada nigeriana.
As seis pessoas libertadas são aliadas próximas de Domingos Simões Pereira, líder do Partido Africano para a Independência da Guiné e Cabo Verde (PAIGC).
Estas libertações constituem um "sinal de boa-fé e um compromisso para o regresso à normalidade constitucional e ao respeito pelo direito internacional", sublinhou o alto comando militar, órgão de governo da junta, em comunicado.
Neste momento, Simões Pereira continua detido juntamente com outras figuras da oposição, e candidato da oposição, Fernando Dias, continua refugiado na embaixada nigeriana.
Uma delegação senegalesa liderada pelo Ministro dos Negócios Estrangeiros, de visita a Bissau no domingo, reuniu-se com os membros da oposição detidos e solicitou a sua libertação.







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