A Guiné-Bissau está na iminência de entrar numa guerra civil, na sequência do golpe de estado registado no 26 de Novembro. É que as organizações cívicas - Frente Popular, Movimento Revolucionário Po di Terra e Firkidja di Pubis - convocaram aos funcionários públicos e a população em geral a desobediência civil, a partir desta segunda-feira, 1 de dezembro, no pais. Tudo para exigir a reposição da “verdade eleitoral”, a reposição da Ordem Constitucional, a libertação dos Presos Políticos e o fim da “Ditadura Sissoquista”.
Acusaram o Alto Comando Militar de trair o povo guineense, em detrimento dos “interesses inconfessos do Umaro Sissoco Embalo”.
Em comunicando citado peo jornal O Democrata, cujo assunto é: Apelo à “Greve Geral e à Desobediência Civil”, as organizações cívicas justificam a decisão como a necessidade de defender a verdade eleitoral e a libertação dos presos políticos.
“O cenário político atual, marcado por ataque profundo à vontade popular, à verdade eleitoral, à Constituição da República, exige uma resposta imediata e contundente. É hora de mobilizarmos nossa força, nossa união e nossa voz em uma Greve Geral e Desobediência Civil. Vemos a nossa vontade sendo afastada, os nossos líderes políticos sendo presos arbitrariamente e, acima de tudo, a Constituição da República sendo relegada para o segundo plano. Tudo isto para satisfazer os interesses do Umaro Sissoco Embalo” lê-se, garantindo que não podem mais aceitar o “desrespeito ao povo guineense”.
Acusaram o Alto Comando Militar de trair o povo guineense, em detrimento dos “interesses inconfessos do Umaro Sissoco Embalo”.
Por isso, lê-se na nota consultada pelo O Democrata, a Greve Geral e a Desobediência Civil são ações fundamentais para mostrar a sua força e que a paralisação será um “grito de unidade em defesa da verdade eleitoral, da libertação dos presos políticos, do fim da ditadura sissoquista, e da garantia de uma Guiné mais digna para todos”.







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