O presidente do Partido Africano da Independência de Cabo Verde (PAICV), Francisco de Carvalho, prometeu, este sábado em Santo Antão, formar um governo com 14 membros, caso este partido vença as eleições legislativas de 2026.
Francisco Carvalho reafirmou a proposta de implementar uma política de transporte aéreo e marítimo acessível aos cabo-verdianos (reafirmou o preço de passgem de 5 mil escudos para voos domésticos de avião) e de isentar o pagamento de propinas na universidade pública os alunos que passarem nos testes.
No final de uma visita de um dia a Santo Antão, para “tomar o pulso à situação social e económica” desta ilha, Francisco Carvalho explicou, segundo a Inforpress, durante um encontro com os dirigentes e militantes do PAICV, que a formação de um elenco governamental reduzido vai permitir poupar recursos que serão canalizados para as políticas sociais.
Se vencer as próximas legislativas de 2026, o governo do PAICV terá um primeiro-ministro, 11 ministros e dois secretários de Estado, precisou o líder do maior partido da oposição.
Francisco Carvalho reafirmou a proposta de implementar uma política de transporte acessível aos cabo-verdianos (rea firmou o preço de passgem de 5 mil escudos para voos domésticos de avião) e de isentar o pagamento de propinas na universidade pública os alunos que passarem nos testes.
A saúde, prossegue a mesma fonte, é “outro sector que está mal em Cabo Verde”, segundo o líder da oposição, que reiterou a proposta de acabar com todas as taxas nas estruturas de saúde, caso o PAICV seja vencedor nas eleições legislativas do próximo ano.
Para cumprir com os cabo-verdianos, o presidente do PAICV prometeu reduzir os gastos com a formação de um governo reduzido, mas também a nível das auditorias, área em que o Governo de Cabo Verde tem estado a desembolsar, anualmente, somas avultadas.
Carvalho considerou que os dez anos de governação do Movimento para a Democracia (MpD, poder), tem sido “um fracasso total” e disse que “o PAICV está preparado, com ideias, políticas e propostas concretas para resgatar Cabo Verde” e melhorar a vida dos cabo-verdianos.
“O PAICV está a ser chamado para fazer algo que é resgatar Cabo Verde”, sublinhou o líder da oposição, recordando que o seu partido sempre foi chamado para “regatar o país” em momentos difíceis como o que está a viver nesta altura.
Para isso, avançou, é preciso que os militantes do PAICV se juntem e elejam como “causa maior, resgatar Cabo Verde e colocar um ponto final à governação do MpD”, cocluiu segundo a Inforpress.







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