Este ataque segue uma lista cada vez mais longa de ocorrências, que vão de casos de fogo posto, ataques com explosivos, ciberataques e perturbação de infraestruturas civis e militares com drones, numa campanha que não afeta apenas os países que fazem fronteira com a Rússia, acabando por acontecer um pouco por toda a Europa.
Uma linha de comboio entre as cidades polacas de Varsóvia e Lublin ficou danificada após uma explosão, que o primeiro-ministro Donald Tusk descreve como um "ato de sabotagem sem precedentes". De acordo com o líder do executivo, esta rota é "crucial" para o envio de ajuda para a Ucrânia.
"Explodir a linha férrea na rota Varsóvia-Lublin é um ato de sabotagem sem precedentes, que visa diretamente a segurança do Estado polaco e os seus cidadãos. Essa rota também é crucial para o envio de ajuda à Ucrânia. Vamos capturar os responsáveis, sejam eles quem forem", garante Tusk na rede social X.
O ministro da Defesa, Wladyslaw Kosiniak-Kamysz, diz que os militares estavam a inspecionar um troço de 120 km que conduz à fronteira com a Ucrânia.
“Esta rota também é utilizada para transportar armas para a Ucrânia. Felizmente, não ocorreu nenhuma tragédia, mas as implicações legais são muito graves”, avisa Tusk num discurso em vídeo.
Este ataque segue uma lista cada vez mais longa de ocorrências, que vão de casos de fogo posto, ataques com explosivos, ciberataques e perturbação de infraestruturas civis e militares com drones, numa campanha que não afeta apenas os países que fazem fronteira com a Rússia, acabando por acontecer um pouco por toda a Europa.
Só em outubro oito pessoas foram detidas na Polónia por suspeitas de planear atos de sabotagem a mando da Rússia.
A Polónia é um dos países que tem oferecido mais assistência a Kiev, desde o início da invasão russa. Desde os primeiros dias, o território polaco tem sido utilizado como o principal centro logístico para o envio do apoio militar para a Ucrânia.
A Semana com CNN Portugal







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