segunda-feira, 15 junho 2026

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Praia: Francisco Carvalho reage às acusações do SISCAP e afirma que a CMP é o primeiro sindicato dos trabalhadores

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O presidente da Câmara Municipal da Praia (CMP) reagiu hoje às declarações do Siscap que acusa a autarquia de alegada violação dos direitos laborais dos trabalhadores do SEPAMP, afirmando que a câmara é o primeiro sindicato dos trabalhadores.

 

O edil praiense afiançou ainda que a CMP é o primeiro sindicato dos trabalhadores e garantiu que a sua equipa continuará a tratar com carinho e afecto os seus trabalhadores.

 

Estas afirmações foram feitas à imprensa quando, segundo a Inforpress, instado a reagir as acusações do Sindicato da Indústria, Serviços, Comércio Agricultura e Pesca (SISCAP) de alegados “atropelos da legalidade” e práticas de “discriminação e injúria laboral” por parte edilidade praiense.

Todas as questões que têm a ver com os trabalhadores estamos a dar maior atenção possível. Ao longo do nosso primeiro mandato, e agora no segundo, o nosso foco tem sido cuidar dos trabalhadores da câmara municipal”, assegurou o autarca.

Francisco Carvalho afirmou que várias medidas estão sendo tomadas a favor dos trabalhadores, apontando como exemplo, o atendimento psicológico disponibilizado assim como equipamentos de protecção individual para os trabalhadores se sentirem seguros no ambiente de trabalho.

“E criamos diferentes possibilidades de acesso ao crédito para compras de equipamentos informáticos e electrodomésticos, através de protocolos que assinamos para facilitar a vida dos trabalhadores”, acrescentou segundo a fonte deste jornal.

O edil praiense afiançou ainda que a CMP é o primeiro sindicato dos trabalhadores e garantiu que a sua equipa continuará a tratar com carinho e afecto os seus trabalhadores.

Em conferência de imprensa na terça-feira, 04, o vice-presidente do SISCAP, Francisco Furtado, acusou o Serviço Público de Abastecimento do Município da Praia (Sepamp) de aplicar faltas injustificadas e descontos salariais considerados “desproporcionais”, com impacto negativo na vida dos trabalhadores.

Denunciou ainda a falta de implementação do Plano de Carreiras, Funções e Remunerações (PCFR), aprovado com efeitos retroactivos a Janeiro de 2024, bem como o não pagamento de férias vencidas.

Conforme ainda a Inforpress, o dirigente sindical garantiu que o SISCAP tem privilegiado o diálogo, através de notas, correspondências e tentativas de mediação junto da Direcção-Geral do Trabalho, mas lamentou que essas acções “não tenham sido levadas em consideração”.

 

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