Cabo Verde está muito perto do apuramento directo para o Mundial de 2026, mas segunda-feira há jogo contra o Essuatíni, na Praia. Apesar da trajectória "espectacular", o antigo capitão Marco Soares diz que a equipa terá de "puxar pelos galões" para garantir a vitória.
Segundo Marco Soares, que também jogou em Angola, o facto de Cabo Verde se poder qualificar-se na segunda-feira face ao Essuatíni para o Mundial de Futebol masculino de 2026 é uma grande felicidade para os cabo-verdianos, mas também um desafio e uma oportunidade para as autoridades desenvolverem e apoiarem o desporto no país.
Conforme analisa a RFI, o resultado de 3 a 3 dos Tubarões Azuis contra a Líbia atrasou os planos de festejos dos cabo-verdianos um pouco por todo o Mundo, mas vem também provar a importância de tecnologias como o VAR na fase de apuramento para grandes competições como o Mundial de futebol masculino. Para Marco Soares, antigo capitão da seleção de Cabo Verde, o golo deveria ter sido validado e o sistema VAR devia ser utilizado em jogos de alto risco de forma a evitar erros.
"Era um golo válido, até porque já vi as imagens, vi várias imagens paradas e corridas e é claro que era um golo válido. É pena numa qualificação para o Mundial não existir VAR quando já há VAR em todo o lado. E não sei o que dizer disso porque mexe com muita coisa, é uma passagem para o Mundial, era algo que ficava resolvido e agora tem que ir tudo para o último jogo com ansiedade, com tudo em cima, com essa frustração de saber que já podia se ter conseguido, mas não conseguiram por um erro. E eu acho que é de lamentar numa altura destas não haver VAR numa competição como essas", disse Marco Soares.
Segundo Marco Soares, que também jogou em Angola, o facto de Cabo Verde se poder qualificar-se na segunda-feira face ao Essuatíni para o Mundial de Futebol masculino de 2026 é uma grande felicidade para os cabo-verdianos, mas também um desafio e uma oportunidade para as autoridades desenvolverem e apoiarem o desporto no país.
"Sim, claro que é possível a qualificação. Cabo Verde tem feito um trajecto espetacular durante este apuramento e, principalmente a jogar em casa. Cabo Verde é favorito, mas Cabo Verde também vai ter que puxar dos galões porque vai apanhar um Essuatíni que joga com os blocos muito baixos, a querer jogar em contra ataque. Cabo Verde tem-se dado um pouco mal com equipas com esse perfil. Então Cabo Verde vai ter que arranjar formas de desbloquear as linhas baixas que eles vão ter e conseguir chegar ao golo. Eu acredito que o jogo vai abrir e Cabo Verde vai conseguir resolver o jogo mais cedo, porque se não o jogo vai ser até ao fim a tentar arriscar e estar muito atento nas transições que é para não serem surpreendidos nas transições", detalhou, segundo aina a RFI, o antigo capitão dos Tubarões Azuis.







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