O primeiro-ministro, Ulisses Correia e Silva, encontra-se em Nova Iorque para participar na 78ª Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas (ONU), que decorre de 23 a 29 de Setembro - posição de Cabo Verde sobre a causa Palestina está ainda incerta.
A participação de Cabo Verde ocorre, segundo a Inforpress, em meio a um contexto de incerteza quanto à sua posição oficial sobre o conflito entre Israel e Palestina, recordando que em 2023, o país absteve-se numa resolução da ONU que apelava a uma pausa humanitária para permitir a assistência aos civis em Gaza.Na altura, a decisão gerou críticas internas, com o Presidente da República, José Maria Neves, expressando estranheza e enfatizando que Cabo Verde deve se posicionar claramente em questões relacionadas ao diálogo, à paz e ao direito humanitário.
A Assembleia-Geral da ONU acontecerá sob o lema “Reconstruir a confiança e reacender a solidariedade global: acelerar a acção sobre a Agenda 2030 para a paz, prosperidade, progresso e sustentabilidade para todos”.
A participação de Cabo Verde ocorre, segundo a Inforpress, em meio a um contexto de incerteza quanto à sua posição oficial sobre o conflito entre Israel e Palestina, recordando que em 2023, o país absteve-se numa resolução da ONU que apelava a uma pausa humanitária para permitir a assistência aos civis em Gaza.
Na altura, a decisão gerou críticas internas, com o Presidente da República, José Maria Neves, expressando estranheza e enfatizando que Cabo Verde deve se posicionar claramente em questões relacionadas ao diálogo, à paz e ao direito humanitário.
O então ministro dos Negócios Estrangeiros, Rui Figueiredo Soares, defendeu, prossegue a mesma fonte, que a abstenção não deve ser utilizada como "arma de arremesso" na política interna, destacando a necessidade de moderação e análise serena por parte dos actores políticos cabo-verdianos.
A reunião deste ano, 2025, marca os 80 anos da instituição e deve servir como palco para temas prioritários da comunidade internacional, como os conflitos na Faixa de Gaza e na Ucrânia, a defesa da democracia e o meio ambiente.
Esta edição também ocorre em um ambiente de intensas disputas políticas e reconfiguração do papel dos Estados Unidos no mundo.
Segundo escreve a Inforpress, a comunidade internacional (ver peças sobra AONU neste jornal) observa atentamente as acções da ONU e os posicionamentos dos países membros em relação ao conflito Israel-Palestina, que continua a ser um dos temas centrais da actual Assembleia-Geral.
Portugal já se juntou ao Reino Unido, Canadá e Austrália que comunicaram essa decisão no domingo, tornando-se o 13.º país da União Europeia a reconhecer o Estado palestiniano.







Terms & Conditions
Report
My comments