sábado, 27 junho 2026

Kriol Jazz Festival celebra 15 anos com variedade de ritmos e nota positiva

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O Kriol Jazz Festival assinala 15 anos com um balanço positivo da mais recente edição do certame, com forte envolvimento do público e a consolidação como uma das principais plataformas de música em Cabo Verde.

 

A organização sublinhou que a resposta do público superou as expectativas, um público radioso, o que demonstra, segundo a mesma fonte, após 15 anos, a consolidação do festival no panorama cultural cabo-verdiano e internacional.

 

Segundo  o produtor e director artístico, Djô da Silva, o festival voltou, segundo a Infopress, a cumprir o seu propósito de promover encontros entre diferentes sonoridades e artistas de várias partes do mundo, demonstrando novamente a identidade do Kriol Jazz enquanto espaço de fusão musical.

“Foi muito bom, é um festival que correu tudo bem, publico radioso, artistas contentes”, disse.

Ao longo dos dias de programação, o evento reuniu artistas nacionais e internacionais, com destaque para actuações que atraíram grande expectativa do público, como o cantor senegalês Ismael Lo e a artista brasileira Margareth Menezes.

A organização sublinhou que a resposta do público superou as expectativas, um público radioso, o que demonstra, segundo a mesma fonte, após 15 anos, a consolidação do festival no panorama cultural cabo-verdiano e internacional.

É um marco conhecido internacionalmente, vamos continuar a promover para levar o festival cada vez mais longe”, garantiu, avançando que o principal constrangimento em Cabo Verde tem sido a nível financeiro.

Apesar dos desafios, prossehue a mesma fonte, a organização considerou que a edição decorreu de forma positiva “muito bom”, realçando que pouco países na costa africana têm este tipo de festival, e que é uma luta todos os anos para conseguir realizá-lo.

A 15.ª edição do festival arrancou na quinta-feira, 09, com o projecto “Entre Ilhas”, liderado pelo músico cabo-verdiano Adé Costa, residente nas Canárias, que reúne artistas de diferentes ilhas da Macaronésia.

No dia 10, o espetáculo ficou a cargo da cantora cabo-verdiana Ceuzany, o pianista cubano Alfredo Rodríguez, a brasileira Margareth Menezes e o grupo congolês Les Quatre Étoiles.

O último dia, 11 de Abril, contou com actuações da cantora cabo-verdiana e guineense Fattú Djakité, a banda dos Estados Unidos Brooklyn Funk Essentials, do senegalês Ismaël Lô e do marroquino Saad Tiouly, que encerra o festival.

A edição deste ano está orçada em 23 mil contos e homenageou Zeca de Nha Reinalda pelos 50 anos de carreira, conlui a fonte deste jornal.

Miranda
Comentário
Parabéns ao Djo pelo seu empenho.
Mas a nossa comunicação social que tenha humildade nos seus comentários e abordagens, classificando os ecentos de " centro do Mundo" " excedeu as expetativad" .e outroas expressões exageradas.
Que se elogie , nas com com ponderação e moderação.
Os nossos operadores que vejam os festivais tra smitidos no cabal MEZZO , para tirarem conclusões.
Tudo construtivo...

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Colunistas

Opiniões e Feedback

Miranda
5 days

Boa iniciativa essa da reedição de Lexico de Armando Napoleão Fernandes, de S.Catarina. Avante com o trabalho e força ...

jmn
7 days 10 hours

Francisco Carvalho recebeu do povo cabo-verdiano uma oportunidade histórica. Uma maioria absoluta não é um prémio pessoal ...

Terra
11 days 14 hours

A nossa terra a muito que fazer sobre descriminação sobre essas matérias os nossos políticos estão a usar memórias d ...

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