quinta-feira, 25 junho 2026

Irão partilha rotas para que navios evitem minas no Estreito de Ormuz

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A Guarda Revolucionária Iraniana partilhou hoje, 9, um mapa com rotas alternativas para a navegação no Estreito de Ormuz, um dia após o Presidente norte-americano aceitar o plano apresentado por Teerão e ter-se iniciado um cessar-fogo.

Devido à guerra, que começou no passado dia 28 de fevereiro, e “face à presença de diversos tipos de minas antinavio” na zona, a agência Tasnim, ligada ao corpo de elite das forças armadas iranianas, indicou, segundo Observador que cita Lusa, que os navios que transitarem pelo estreito “devem coordenar-se com a CGRI [Corpo da Guarda Revolucionária Islâmica] e, até nova ordem, utilizar as rotas alternativas para a travessia” por esta via estratégica.

De acordo com meios de comunicação social persas, será estabelecida uma rota de entrada e outra de saída: a primeira irá do mar de Omã para norte, até à ilha de Larak, e daí para o Golfo Pérsico, enquanto a segunda seguirá o percurso inverso, ambas de acordo com um mapa que a Tasnim partilhou na plataforma de mensagens Telegram.

Após registar quedas drásticas no tráfego de até 97%, após o início da guerra, o movimento no Estreito de Ormuz foi sendo retomado com cautela na quarta-feira, depois de EUA e Irão terem acordado uma trégua de duas semanas que permitirá a “passagem segura” pela via.

No entanto, ainda na quarta-feira, Teerão anunciou a interrupção da navegação de petroleiros em resposta aos bombardeamentos surpresa em grande escala que Israel lançou contra o Líbano, informação que foi desmentida pela Casa Branca.

Conforme a mesma fonte, horas antes do acordo, Teerão assegurou que o plano de dez pontos estipula um “protocolo de segurança” para garantir o controlo iraniano desta passagem estratégico, pela qual, antes da guerra, circulavam cerca de 20% das energias fósseis mundiais.

A reabertura de Ormuz tem sido uma exigência da comunidade internacional e o principal trunfo estratégico de Teerão na guerra.

O Presidente dos EUA, Donald Trump, ameaçou arrasar as centrais elétricas e pontes iranianas, caso o país não reabrisse o estreito, afirmando que o país poderia ser “aniquilado numa única noite” e feito regressar à “Idade da Pedra”.

 

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Miranda
3 days 2 hours

Boa iniciativa essa da reedição de Lexico de Armando Napoleão Fernandes, de S.Catarina. Avante com o trabalho e força ...

jmn
5 days 12 hours

Francisco Carvalho recebeu do povo cabo-verdiano uma oportunidade histórica. Uma maioria absoluta não é um prémio pessoal ...

Terra
9 days 16 hours

A nossa terra a muito que fazer sobre descriminação sobre essas matérias os nossos políticos estão a usar memórias d ...

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