A 15.a edição do Kriol Jazz Festival, que arranca esta quinta- feira,9 de abril, promete movimentar mais uma vez a capital cabo-verdiana. Vão ser três dias de músicas ao vivo para todos os gostos com 25 artistas de 9 países, oriundos de três continentes: África, América e Europa (ver o Caderno Especial).
A organização salienta que o evento, que já atrai muitos turistas, aposta na qualidade da música e dos espetáculos. “Os maiores destaques desta edição são Ismael Lo, do Senegal, Margareth Menezes, do Brasil, Alfredo Rodriguez, de Cuba, e Brooklyn FunkEssentials, dos Estados Unidos da América. Estou seguro de que eles vão fazer mexer, e muito, o público presente durante as atuações no largo da Praça Luís de Camões, junto da Escola Grande da Praia”, anuncia Djô da Silva, CEO da Harmonia, a produtora que organiza o certame.
O mentor do Kriol Jazz Festival (KJF) afirma, em entrevista exclusiva a este Caderno Especial editado pelo Jornal A Semana, que o certame cresceu ao longo dos anos devido ao conceito sobre o qual foi construído - a promoção da criolidade - e à qualidade dos artistas convidados e do evento, no seu todo. José “Djô” da Silva, CEO da Harmonia (produtora que organiza o festival), lastima, no entanto, a proibição da entrada de menores de idade no evento. É que, de acordo com a Lei no 51/IX/2019, de 8 de abril, é proibida a entrada de menores de 18 anos em eventos onde há venda de bebidas alcoólicas, como é o caso do Kriol Jazz Festival.
A organização salienta que o evento, que já atrai muitos turistas, aposta na qualidade da música e dos espetáculos. “Os maiores destaques desta edição são Ismael Lo, do Senegal, Margareth Menezes, do Brasil, Alfredo Rodriguez, de Cuba, e Brooklyn FunkEssentials, dos Estados Unidos da América. Estou seguro de que eles vão fazer mexer, e muito, o público presente durante as atuações no largo da Praça Luís de Camões, junto da Escola Grande da Praia”, anuncia Djô da Silva, CEO da Harmonia, a produtora que organiza o certame.
Este ano o KJF vai homenagear o cantor, músico e compositor Zeca di Nha Reinalda, também conhecido como “rei do funaná”.
Confira detalhes neste Caderno Especial, editado pelo jornal A Semana. Clique a seguir.







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