A Santa Sé foi convidada a integrar o Conselho de Paz proposto pelo Presidente norte-americano, Donald Trump, e o Papa Leão XIV está a analisar a proposta, revelou esta quarta-feira o secretário de Estado do Vaticano.
“Recebemos esse convite também. O Papa também o recebeu e estamos a avaliar o que fazer. Estamos a analisar a situação”, acrescentou.
Apenas cerca de uma dúzia de países, incluindo Egito, Turquia e Israel, disseram que irão aderir ao Conselho de Paz.
Trump quer criar um Conselho de Paz à sua medida para trabalhar na resolução de conflitos no mundo em concorrência com as Nações Unidas.
O preço de um lugar permanente é de mil milhões de dólares (851,8 mil milhões de euros, ao câmbio atual), de acordo com uma cópia do documento sobre o novo organismo obtida pela agência de notícias France-Presse (AFP).
Os Estados Unidos são membros permanentes do Conselho de Segurança das Nações Unidas, juntamente com a China, o Reino Unido, a França e a Rússia, com direito de veto.
O Egito anunciou que o Presidente Abdel Fattah al-Sissi aceitou o convite de Trump para integrar o Conselho de Paz.
Também o primeiro-ministro israelita, Benjamin Netanyahu, disse que sim, à semelhança do rei Mohamed VI de Marrocos, do Presidente dos Emirados Árabes Unidos, Mohammed ben Zayed Al Nahyane, e do rei do Bahrein, Hamad ben Issa al-Khalifa.







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