Primeiro-ministro israelita integra organização de Trump cujo primeiro objetivo seria a reconstrução de Gaza, mas que parece agora ter um mandato mais abrangente.
O primeiro-ministro israelita aceitou o convite do Presidente dos Estados Unidospara integrar oConselho de Paz, uma organização para trabalhar na resolução de conflitos mundiais, anunciou esta quarta-feira o gabinete do líder de Israel.
O Conselho de Paz foi inicialmente concebido para supervisionar a reconstrução da Faixa de Gaza, devastada por mais de dois anos de guerra entre Israel e o movimento fundamentalista palestiniano Hamas.
Mas a minuta da carta apresentada por Trump concede à organização amplos poderes e revela uma iniciativa e um mandato muito mais abrangentes: contribuir para a resolução de conflitos armados em todo o mundo.
Netanyahu passará a fazer parte do órgão encarregado, segundo a descrição da Casa Branca, de "fornecer supervisão estratégica, mobilizar recursos internacionais e garantir a prestação de contas enquanto Gaza passa do conflito para a paz e o desenvolvimento".
Outros líderes, como os presidentes da Argentina, Javier Milei, do Paraguai, Santiago Peña, e da Turquia, Recep Tayyip Erdogan, confirmaram ter recebido um convite de Trump.
Na segunda-feira, o Kremlin confirmou que o Presidente russo, Vladimir Putin, "recebeu, por meio de canais diplomáticos, a proposta de adesão ao Conselho de Paz", de acordo com o porta-voz presidencial, Dmitry Peskov.
O magnata norte-americano também estabeleceu um comité executivo para Gaza em apoio ao Alto Representante para Gaza, o búlgaro Nikolay Mladenov, e ao comité de tecnocratas palestinianos que ficará responsável pelo enclave, o Comité Nacional para a Administração de Gaza.
A Semana com Expresso-pt







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