Presidente do Irão pediu desculpa por ataques a países vizinhos e assegurou que o seu país não se renderá. Trump prometeu mais ataques.
Entretanto, uma semana depois do início do conflito, a guerra já se espalhou por 16 países, causou a morte de 1.200 pessoas apenas na República Islâmica e várias centenas no Líbano, onde reacendeu a ofensiva israelita contra a milícia xiita do Hezbollah. Os ataques retaliatórios do Irão contra alvos militares dos EUA foram recebidos com consternação pelos países do Golfo.
O presidente do Irão, Masoud Pezeshkian, pediu, segundo a Euronews, desculpa aos países vizinhos pelos ataques, afirmando que "deixará de atacá-los se não for atacado por esses países" e que o Irão "não se renderá a Israel e aos EUA".
Os ataques iniciais, a 28 de fevereiro, mataram o líder supremo do Irão, o aiatola Ali Khamenei, deixando um vazio de poder no país. Dezenas de altos dirigentes e figuras militares também foram mortos.
Entretanto, uma semana depois do início do conflito, a guerra já se espalhou por 16 países, causou a morte de 1.200 pessoas apenas na República Islâmica e várias centenas no Líbano, onde reacendeu a ofensiva israelita contra a milícia xiita do Hezbollah. Os ataques retaliatórios do Irão contra alvos militares dos EUA foram recebidos com consternação pelos países do Golfo.






