terça-feira, 23 junho 2026

Guiné-Bissau: MNE acusa Presidente Carlos Vila Nova de ser “instigador de um golpe palaciano”em São Tomé

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O ministro dos Negócios Estrangeiros do Governo de transição da Guiné-Bissau, João Bernardo Vieira, defendeu esta terça-feira, 03 de Fevereiro, a suspensão de São Tomé e Príncipe da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP), alegando que está em curso um golpe de Estado institucional naquele país.

 No contexto da CPLP,  João Bernardo Vieira criticou o que considera serem critérios desiguais na actuação da organização. Recordou que a Guiné-Bissau optou pela auto-suspensão do bloco lusófono, por entender que não estavam reunidas as condições que estiveram na base da criação da comunidade.
 
 
Segundo a RFI, as declarações foram feitas durante o balanço dos primeiros 65 dias do seu exercício à frente da diplomacia guineense. Segundo o governante, a destituição do presidente da Assembleia Nacional Popular são-tomense configura um “golpe de Estado constitucional” e representa uma grave violação dos princípios democráticos.

Em São Tomé e Príncipe houve um golpe de Estado parlamentar. Um golpe de Estado Constitucional, na medida em que 29 deputados destituíram o presidente da Assembleia Nacional Popular”, afirmou João Bernardo Vieira, sublinhando que o conceito de golpe de Estado não deve ser limitado apenas a intervenções militares.

O chefe da diplomacia guineense acusou ainda o Presidente são-tomense, Carlos Vila Nova, de estar directamente envolvido no processo, classificando-o como “instigador de um golpe palaciano”. Para João Bernardo Vieira, a substituição do presidente da Assembleia ocorreu “sem qualquer legitimidade” e “sem qualquer constitucionalidade”.

No contexto da CPLP, prossegue a mesma fonte,  João Bernardo Vieira criticou o que considera serem critérios desiguais na actuação da organização. Recordou que a Guiné-Bissau optou pela auto-suspensão do bloco lusófono, por entender que não estavam reunidas as condições que estiveram na base da criação da comunidade.

Temos uma CPLP onde parece existir dois pesos e duas medidas. Nós condenamos isso”, afirmou, acrescentando que aguarda uma posição firme da organização em relação aos acontecimentos em São Tomé e Príncipe, que classificou como “vergonhosos e escandalosos”.

Isabel
Comentário
É para rir às gargalhadas!!!
Quem tem moral para condenar golpes ???
Paciencia ...

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Opiniões e Feedback

Miranda
1 day 6 hours

Boa iniciativa essa da reedição de Lexico de Armando Napoleão Fernandes, de S.Catarina. Avante com o trabalho e força ...

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3 days 15 hours

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7 days 20 hours

A nossa terra a muito que fazer sobre descriminação sobre essas matérias os nossos políticos estão a usar memórias d ...

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