Cabo Verde avança para a criação do Centro de Fact-checking, que tem como função verificar a veracidade dos conteúdos publicados e contribuir para a literacia mediática e o reforço da democracia.
“Cada vez mais, os países precisam garantir a integridade da informação e a soberania da informação, não só a nível nacional, como também a nível regional, e obviamente depois falaremos a nível mundial. Então, logo a seguir dessa experiência-piloto com a Comissão Nacional de Eleições, sentimos que havia essa necessidade de salvaguardar a democracia através de uma informação verdadeira, da integridade da informação, combater as narrativas falsas ou manipuladas”, afirmou o membro do Conselho Regulador da ARC.
Segundo a RFI, para combater o fenómeno da desinformação que segundo a Autoridade Reguladora para a Comunicação Social (ARC) constitui actualmente um dos mais sérios desafios à integridade dos sistemas democráticos e à qualidade do debate público, está em fase de criação o Centro de Verificação de Factos, que segue o modelo piloto do Fact-checking que a Autoridade Reguladora para a Comunicação Social desenvolveu com a comissão nacional de Eleições durante o período eleitoral das autárquicas de ano passado, como avançou Alfredo Pereira, membro do Conselho Regulador da Autoridade Reguladora para a Comunicação Social de Cabo Verde
“Cada vez mais, os países precisam garantir a integridade da informação e a soberania da informação, não só a nível nacional, como também a nível regional, e obviamente depois falaremos a nível mundial. Então, logo a seguir dessa experiência-piloto com a Comissão Nacional de Eleições, sentimos que havia essa necessidade de salvaguardar a democracia através de uma informação verdadeira, da integridade da informação, combater as narrativas falsas ou manipuladas”, afirmou o membro do Conselho Regulador da ARC.
Alfredo Pereira avançou ainda que “os centros de fact-checking não procuram mudar ideologias, o que os centros fazem é procurar trazer para as pessoas narrativas verdadeiras, narrativas que possam ser verificadas, narrativas sem manipulação, para que o cidadão possa ser capaz de tomar as suas decisões com informação verdadeira e não com informação manipulada, descontextualizada”.







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