A selecção cabo-verdiana qualificou-se hoje, 13, à fase final do Campeonato do Mundo de Futebol’2026, ao vencer a Eswatini(antes era Suazilândia) por 3-0 em jogo da 10ª e última jornada de qualificação africana, disputado no Estádio Nacional. O apoio dos cabo-verdianos foi fundamental, tendo a festa prolongado por todas as ilhas com desfile de viatura, buzinão e flutuar da banderia nacional, numa demostração de patriotismo jamais vista.
Conforme descreve a Inforpress, o golo inaugural do avançado Daylon Livramento, a nova coqueluche do futebol cabo-verdiano, apontado aos 48 minutos, espevitou a fúria dos “Tubarões Azuis”, nome por que é conhecida a selecção de Cabo Verde, que, volvidos seis minutos, aumentou o “score” por intermédio de Willy Semedo (54’). Já no cair do pano, aos 90+01 minutos, o veterano e regressado defesa Stopira fechou a qualificação, com um golo festejado de forma contagiante.
O treinador da Selecção Nacional, Bubista, e a equipa toda estão de parabéns com tais resultados - os três golos aconteceram na segunda parte da partida, mas com Cabo Verde a dominar o campo de princípio ao fim dos jogos. A festa foi rija no país, principalmente na Praia e no Mindelo, bem como na comunidade cabo-verdiana no estrangeiro.
Uma multidão eufórica de mais de15 mil pessoas compareceu ao Estádio Nacional para apoiar os Tubarões Azuis. No final da partida, tando o Presidente da República, José Maria Neves, como o Primeiro-ministro Ulisses Correia e Silva, exibiram juntos aos presentes a chapa com a insígnia da Selecção Nacional, exprimindo aissim a satisfação com este feito histórico que dita a participação, pela primeira vez, de Cabo Verde na Copa do Mundo 2026.
Conforme descreve a Inforpress, o golo inaugural do avançado Daylon Livramento, a nova coqueluche do futebol cabo-verdiano, apontado aos 48 minutos, espevitou a fúria dos “Tubarões Azuis”, nome por que é conhecida a selecção de Cabo Verde, que, volvidos seis minutos, aumentou o “score” por intermédio de Willy Semedo (54’). Já no cair do pano, aos 90+01 minutos, o veterano e regressado defesa Stopira fechou a qualificação, com um golo festejado de forma contagiante.
Com mais este triunfo, Cabo Verde, este pequeno país, de apenas 4.033 km quadrado e menos de 500 mil habitantes residentes, mas com a sua grande maioria espalhada pela diáspora, consolidou a liderança do Grupo D ao somar 23 pontos, fruto de sete vitórias, dois empate e uma única derrota, no universo de dez jogos, tendo deixado pelo caminho a emblemática formação dos Camarões.
Trata-se de uma qualificação há muito esperada e que está a ser vivida com muito entusiasmo e euforia, pela população cabo-verdiana, cuja festa ao longo do dia extravasou a capacidade máxima da maior infra-estrutura desportiva do país, Estádio Nacional, 15.000 espectadores. Uma verdadeira festa a coroar o 50.º aniversário da independência nacional, face a esta proeza mundial que faz de Cabo Verde das Nações mais pequenas do Mundo a carimbar o passaporte para a maior prova do mundo de futebol da FIFA. Um feito que acontece 25 anos após Cabo Verde ter conquistado o seu primeiro troféu internacional de Futebol, a Taça Amílcar Cabral.
Coforme a mesma fonte, volvidos 43 anos da fundação da Federação Cabo-verdiana de Futebol e 39 anos após a sua afiliação na FIFA a 28 de Maio de 1986, durante a Comissão Executiva realizada na Cidade de México por altura do Mundial dessa época, Cabo Verde que viria a estrear-se numa prova da FIFA neste milénio, mais precisamente em Abril de 2000, conquista o Mundo com a sua irreverência, coronado o sonho de toda a geração do futebol destas ilhas Atlânticas.
Cinco séculos e meio após o seu descobrimento, mais precisamente 565 anos do seu achamento atribuído historicamente aos descobridores Diogo Gomes e Anthony Noli, Cabo Verde marca, assim, presença inédita do Mundial de 2026, a ser disputado entre Estados Unidos da América (país que agrupa a maior comunidade cabo-verdiana na diáspora), México e Canadá, onde já lá mora outras selecções africanas como Argélia, Marrocos, Tunísia, Egipto e Gana.
Constituição das equipas
Segundo ainda a Inforpress, o Estádio Nacional, em Achada de São Filipe, esteve totalmente lotada - 15 mil espectadores, numa tarde de sol abrasador e muito colorido em grande ambiente de festa. Eis a ficha técnica sobre a a arbitragem respectivas as respectivaa equipas:
Arbitragem: Ahmed Arajiga (principal), coadjuvado por Mohamed Mkono e Said Ally, (trio da Tanzânia). Quarto árbitro: Siyah.
Cabo Verde/Equipa: Josimar Dias “Vozinha” “cap” Edilson Borges 'Diney', Roberto Lopes “Pico”, Kevin Pina, João Paulo Fernandes, Dailon Livramento, Jamiro Monteiro, Jair Semedo “Yannick”, Willy Semedo, Ryan Mendes “GR”, e Steven Moreira.
𝗦𝘂𝗽𝗹𝗲𝗻𝘁𝗲𝘀: Márcio da Rosa (GR), Bruno Varela (GR), Ianique Tavares 'Stopira', Ailson Tavares, Wagner Pina, Garry Rodrigues, Sidney Lopes Cabral, Deroy Duarte, Laros Duarte, Telmo Arcanjo, Hélio Varela e Nuno da Costa.
Eswatini: Khanyakwezwe Shabalala, Nkosingiphile Shongwe, Simanga Masangane, Innocent Dlamini, Mxolisi Mkhontfo, Sibongakhonkhe Silenge, Junior Magagula, Muzi Tsabedze, Banele Ndzabandzaba e Mcolisi Manana.
Suplentes: Xolani Gama, Siphosethu Mabilisa, Bongi Magagula, Philane Thabo Mkhontfo, Mpendulo Lungelo Tfomo, Lindani Matsenjwa, Oseph Kibonge.
Treinador: Sifiso Ntibane







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