quarta-feira, 24 junho 2026

Cabo Verde reforça circulação de moedas após queixas de escassez

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O Banco Central de Cabo Verde (BCV) anunciou esta quarta-feira, 01, um reforço da circulação de moedas no arquipélago, após queixas de escassez a dificultar a atividade económica por falta de trocos, no dia-a-dia.

O reforço deste ano é 4,4 vezes superior ao que foi realizado em 2021, acrescentou o BCV, assinalando que “a nova produção acrescentará 23,8 milhões [de moedas] à circulação, totalizando 92,7 milhões de moedas disponíveis para a economia nacional”.

 

“Face à preocupação manifestada, nos últimos tempos, quanto à escassez de moedas em circulação”, o BCV colocou em circulação, desde julho, “1,4 milhões de moedas nas denominações de um, cinco e 10 escudos, representando 60 por cento da quantidade anualmente colocada em circulação”, anunciou.

Até ao final de outubro, serão reforçadas as moedas de 50 escudos e, até final de novembro, será a vez das moedas de 20 e 100 escudos. 

O reforço deste ano é 4,4 vezes superior ao que foi realizado em 2021, acrescentou o BCV, assinalando que “a nova produção acrescentará 23,8 milhões [de moedas] à circulação, totalizando 92,7 milhões de moedas disponíveis para a economia nacional”.

O banco central pede à população para fazer as trocas de numerário através dos bancos comerciais, acrescentando estar a analisar “outras alternativas de colocação das moedas em circulação, de modo a atender às necessidades de troco”.

Questionado sobre o assunto, em maio, o governador do BCV, Óscar Santos, admitiu que a escassez tem de ser averiguada.

Em fevereiro, o Instituto Nacional de Estatística (INE) de Cabo Verde, em parceria com o banco central, lançou um inquérito para ajudar a descobrir onde foram parar as moedas do arquipélago.

A medida foi anunciada de forma complementar a campanhas de sensibilização para que se recoloque dinheiro guardado a circular.

Motoristas, vendedoras, taxistas e clientes têm tentado lidar com a escassez, sentida sobretudo a meio do ano passado, relataram à Lusa.

O problema chegou a gerar acesas discussões em autocarros e a causar prejuízos para vendedoras de rua, pela impossibilidade de entregar troco nas transações.

Alguns estabelecimentos resolveram entregar rebuçados em substituição das moedas de menor valor.

 

A Semana com Observador/Lusa

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Opiniões e Feedback

Miranda
1 day 20 hours

Boa iniciativa essa da reedição de Lexico de Armando Napoleão Fernandes, de S.Catarina. Avante com o trabalho e força ...

jmn
4 days 6 hours

Francisco Carvalho recebeu do povo cabo-verdiano uma oportunidade histórica. Uma maioria absoluta não é um prémio pessoal ...

Terra
8 days 10 hours

A nossa terra a muito que fazer sobre descriminação sobre essas matérias os nossos políticos estão a usar memórias d ...

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