domingo, 14 junho 2026

A ATUALIDADE

BIN@ Cabo Verde destaca “startups” e reforça cooperação internacional no segundo dia

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O segundo dia da BIN@ Cabo Verde 2026 reforça o “networking” na inovação, com “startups”, academia e parceiros internacionais a promoverem cooperação, projectos e ligação ao ecossistema empresarial.

O presidente da comissão organizadora da BIN@ Cabo Verde 2026 afirmou hoje que o segundo dia do evento reforça o “networking” na área da inovação, com destaque para apresentações de “startups” e para a articulação entre academia, empresas e parceiros internacionais.

A conferência BIN@ Cabo Verde 2026, que decorre na Universidade de Cabo Verde, entre os dias 07 e 08 deste mês, inclui sessões paralelas e um espaço dedicado ao empreendedorismo, onde “startups” nacionais e estrangeiras apresentam projectos em formato de “pitch”.

A programação centra-se na criação de oportunidades de negócio, no intercâmbio e na troca de experiências entre participantes, envolvendo empresas, investigadores e instituições ligadas à inovação.

Em declarações à Inforpress, o presidente da comissão organizadora, Arlindo Barreto, afirmou que o evento procura reforçar a ligação entre diferentes actores do ecossistema de inovação, com a academia a assumir um papel central.

“O objectivo desta conferência é incrementar o ‘networking’, principalmente na área de inovação, e também comemorar a entrada de novos membros, como foi aqui o caso de Cabo Verde”, disse.

O responsável referiu que o segundo dia representa um momento de aproximação prática entre parceiros nacionais e internacionais, com enfoque na aplicação de novas tecnologias à realidade cabo-verdiana.

Segundo Arlindo Barreto, o contacto directo entre investigadores e empresas favorece um ambiente de maior colaboração, enquanto a presença de parceiros internacionais permite conhecer a realidade local e propor soluções ajustadas aos desafios existentes, sobretudo nas áreas da economia azul, economia verde e transição digital.

O responsável sublinhou ainda que o impacto do evento não se mede de forma imediata, mas através das ligações criadas e dos projectos que possam surgir nos próximos meses.

“O balanço é a médio ou a longo prazo, não é algo que se possa tirar conclusões logo”, afirmou, acrescentando que o valor do encontro será visível caso resultem projectos de investigação e cooperação entre instituições.

Arlindo Barreto referiu igualmente que a presença física de parceiros internacionais em Cabo Verde reforça a cooperação, por permitir um contacto directo com investigadores e entidades locais, considerado mais eficaz do que a mera assinatura de protocolos.

O responsável destacou ainda que o evento poderá servir de base para futuras candidaturas a financiamento e participação em consórcios internacionais, com potencial envolvimento de investigadores cabo-verdianos.

A Semana com Inforpress

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