quinta-feira, 25 junho 2026

A ATUALIDADE

Trump antecipa "boas notícias" da reunião entre EUA, Kyiv e Moscovo

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O Presidente norte-americano, Donald Trump, antecipou na segunda-feira que haverá "boas notícias" da segunda reunião trilateral entre os Estados Unidos, a Ucrânia e a Rússia para negociar o fim da guerra, que decorrerá esta semana.

Estamos muito bem com a Ucrânia e a Rússia. Esta é a primeira vez que digo isto. Penso que vamos ter boas notícias", frisou aos jornalistas na Sala Oval da Casa Branca.

Trump, que voltou a vangloriar-se de ter resolvido oito conflitos, insistiu que a guerra na Ucrânia é mais complicada do que pensava: "Pensei que os outros oito seriam mais difíceis do que este", vincou.

Tendo-se tornado a guerra que Trump não conseguiu terminar nas 24 horas que prometeu durante a sua campanha eleitoral, o republicano reconheceu um excesso de confiança em relação ao Presidente russo, Vladimir Putin.

"Pensei que a minha relação com o Presidente Putin nos facilitaria muito as coisas. Mas há um ódio tremendo entre [o presidente ucraniano Volodymyr] Zelensky e Putin, um ódio tremendo. É uma pena, mas demorou mais tempo do que esperávamos", destacou.

Em relação à trégua de uma semana nas linhas da frente, o Presidente atribuiu o mérito a si próprio.

"Liguei ao Presidente Putin e ele concordou. A Ucrânia é um país muito frio. E também estão a passar por uma onda de frio terrível. Perguntei-lhe se podia parar de atacar durante uma semana, sem lançar mísseis contra Kyiv ou qualquer outra cidade, e ele concordou", sublinhou.

Embora Zelensky tenha confirmado a suspensão dos ataques russos à rede elétrica até domingo, alertou já que Moscovo redirecionou os bombardeamentos para alvos logísticos e para as linhas ferroviárias.

A ronda trilateral de negociações terá lugar na quarta e quinta-feira em Abu Dhabi, após a reunião do mês passado, que marcou o primeiro encontro direto entre representantes de Kyiv e Moscovo.

Russos, ucranianos e norte-americanos iniciaram conversações em 23 e 24 de janeiro nos Emirados Árabes Unidos sobre o plano proposto por Washington para pôr fim a quase quatro anos do conflito, desencadeado em fevereiro de 2022 pela invasão russa da Ucrânia.

O acordo de paz tem sido bloqueado pela exigência da parte russa da retirada das forças ucranianas dos territórios no leste da Ucrânia reivindicados por Moscovo, que tem sido repetidamente recusada por Kyiv, que reclama garantias de segurança para evitar uma nova agressão militar.

A Semana com NM/Lusa

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Opiniões e Feedback

Miranda
3 days 11 hours

Boa iniciativa essa da reedição de Lexico de Armando Napoleão Fernandes, de S.Catarina. Avante com o trabalho e força ...

jmn
5 days 20 hours

Francisco Carvalho recebeu do povo cabo-verdiano uma oportunidade histórica. Uma maioria absoluta não é um prémio pessoal ...

Terra
10 days

A nossa terra a muito que fazer sobre descriminação sobre essas matérias os nossos políticos estão a usar memórias d ...

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